Isto quer dizer que, de alguma maneira, mesmo que seja instintiva ou por suposição, existe uma compreenção de que o ser humano aprende, constroi valores, recria, inventa, idealiza, experimenta, levanta hipóteses... em um processo de interação e troca com o outro e com o ambiente. Mesmo que existam em torno desta outras formas de pensar sobre a construção do ser humano, transita entre o consciente coletivo e subjetivo a ideia de que nossas experiências e vivências contribuem e influenciam em nossa formação.
Pois bem, então qual é a dificuldade em observar e encarar o problema quando ele existe na infância, se é justamente a fase em que as intervenções têm mais maiores possibilidades de funcionarem???!!!
Experiências no âmbito da Criminologia e da Psicologia Criminal, mesmo as que restringem-se à criminalidade praticada por adultos, verificam, nas práticas profissionais penitenciárias, que essa criminalidade não raras vezes é uma extensão da delinquência infanto–juvenil, e consequentemente acabam por buscar sua análise e compreensão nas raízes da delinquência infanto–juvenil.
Então novamente volto a mesma questão (que na verdade já está virando indignação!): Qual é a dificuldade em observar e encarar o problema quando ele existe na infância, se é justamente a fase em que as intervenções têm mais maiores possibilidades de funcionarem???!!!
Marcia Jacob Vieczorek
Marcia Jacob Vieczorek
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